quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O inesperado em nossa vida.


Oi amores, tudo bem com vocês?
acabei de conversar com um amigo que contou que o pai dele pode estar com cancêr no pulmão...fiquei triste, pois são pessoas queridas. Mas a vida é assim mesmo... Por isso hoje entendo como perdemos tempo em nossa vida brigando, sentindo raiva, ódio... A vida é curta, mas sempre achamos que acontecerá com o vizinho o inesperado e não conosco. Acho que amamos pouco, somos rudes demais e muitas vezes até ruim com o próximo. Penso que adiamos demonstrações de afeto, achamos que amar é para os fracos. Mas somos tolos... Eu falo tudo isso porque nunca esqueço a manhã do dia 10 de abril de 2009, a manhã do acidente, lembro da minha irmã e da minha sobrinha trocando de roupa, as nossas conversas, eu brava com a Isabela por ela estar separando os sapatos no dia da viagem. Nunca pensei que não veria mais as duas... Eu sou espírita, mesmo assim não estava preparada para o desencarne dos meus entes queridos. Por isso digo a todos para não perderem tempo. Não esperem acontecer para arrependerem-se de não ter aberto o coração, não ter confessado o amor, não ter estendido a mão a alguém que pediu sua ajuda. Não existe futuro, o momento é esse, o aqui e agora. Não estou exagerando, acreditem, o dia é hoje. Façam coisas boas, demonstrem amor, amem quem está próximo. Graças a Deus eu sempre tive um bom relacionamento com elas, por isso não sinto arrependimento. Eu sempre amarei as duas e vivi coisas lindas ao lado delas. Por isso acredito que tinha que ser assim. Nada é por acaso. Sejam felizes, mas não egoístas, não prejudiquem o outro em nome de uma felicidade superficial. Nós sempre buscamos a felicidade nos lugares e nas pessoas. A felicidade está dentro de cada um, é um estado de espírito. Por isso é tão difícil encontrá-la. Ela está relacionada com a paz e o amor.
Desejo tudo de bom a todos, realizem alguns sonhos e não sofram quando não conseguirem realizar outros, talvez seja melhor assim...Quem estiver com problema de saúde na família ou com um outro tipo de problema grave, peço que seja forte, não deixe a depressão tomar conta, tenha fé e acredite, um dia tudo melhora, a vida continua e somos mais fortes do que acreditamos ser.

beijos, paz e luz sempre!

O Saulo lindo!



Oi pessoal, tudo bem com todos? Muita saúde e amor para todos.

Tirei algumas fotos com o Saulo no fim de semana em Matão e vou postar para vocês conhecerem nosso mais novo membro da família. Ele é lindo, uma gracinha. Gostei do fim de semana. Amo minha família!

Ontem (terça-feira) fomos no Canecão comemorar o aniversário do Germano e estava muito bom. Nos divertimos e rimos muitooooooo... Poucas pessoas, mas o suficiente para ser uma boa noite. O Vitor foi e brincou no parquinho. Estou feliz por conhecer pessoas legais como a Vivia, Germano, Gallo e João.

beijos a todos... Não adiem decisões que farão vocês mais felizes, mas não seja egoísta, as decisões sempre trazem consequências para outras pessoas.

sábado, 21 de agosto de 2010

Adorei essa crônica. Concordo com o que ela diz.


A tal crise da meia-idade


Existem os clichês mais óbvios: o cara que compra, não necessariamente nessa ordem, uma mulher mais jovem, um carro esporte conversível, e uma jaqueta de couro. Ou a mulher que faz plástica peito/barriga, lifting no rosto e sai por aí se comportando como quem tem 17 anos. O fato é que todos nós, em algum momento entre os 35 e os 50 anos, passamos pela tal crise da meia idade.

De uma amiga muito querida recebi o texto abaixo, que relata a conversa de duas grandes amigas sobre como enfrentar essa passagem da vida em que tudo que até ontem fazia o maior sentido, de repente torna-se tão estranho a nós.

Para ler e reler todas as vezes que as dúvidas da tal da crise da meia idade baterem – ou seja, sempre.


Tenho uma amiga querida. Um “muito querida” que é inversamente proporcional ao nosso convívio. Acho que no último ano encontramos, no máximo, umas duas vezes. A isso se acrescem emails esporádicos e curtos. Ressalvadas poucas exceções de visitas que duraram mais tempo, sempre foi assim. E não nos conhecemos sequer há uma década. Nada pode explicar, pois, como alguém com quem convivi tão pouco tenha importância fundamental em escolhas e entendimentos centrais da minha vida.

Foi ela que me explicou que as dívidas contraídas aos 30 anos, com a balança, com o coração e com a vida, integrariam uma fatura com início de vencimento aos 45. Segundo ela, a minha geração estava se endividando alto, rápido e demais. O risco de amargar antes da hora era significativo, principalmente para as mulheres. Hoje, ainda há uma distância segura dos 40, olho para o lado e já vejo muitas de nós azedando. Amargura e chatice: faturas vencendo antecipadamente, creio eu.

Pois foi essa mesma amiga quem me contou a respeito da “crise dos 40” que pode chegar aos 37 ou apenas aos 45, não importa. O fato é que chegará em algum ponto dessas imediações. Confesso que nunca acreditei em frases que começam com: “As mulheres são …”, “As pessoas, quando fazem 40 anos…”, “Os europeus preferem…”. Depois de ler Derrida, indicado e explicado por ela, não acho que existam “as mulheres”, “os quarentões”, nem “os europeus”. Existe Maria; uma mulher, diferente de todas as outras. Existe João; um quarentão único. E existe Manoel, um português, que é europeu e casado e médico e chato e ótimo pai e que amanhã pode resolver virar uma drag queen. Ninguém pode ser aprisionado em uma categoria imutável. Daí a minha implicância com a tal “crise dos 40”. Quem é que falou que todas as pessoas, tão únicas, devem passar por um mesmo processo universal ao atingir certa idade?

A coisa começou a melhorar quando entendi que, na verdade, o processo não é o mesmo. Ele, à obviedade, é singular na história de cada indivíduo. Mas há um fundamento em comum à tal crise. Fundamento que, se nos pega desprevenidos, traz consigo o germe de uma energia desagregadora que pode ser fatal aos rumos da vida.

Para acreditar que pode, sim, haver algo em comum a tantas vidas e situações diferentes, comecei a prestar atenção nas pessoas com 50 anos ou mais. Descobri que todas, em algum momento entre 38 e 45 surtaram com algo. Uma delas largou um emprego confortável e maravilhoso em um escritório e foi, literalmente, vender pulseirinha na Praia de Porto Seguro com uma nova paixão hippie que tinha acabado de conhecer.

A outra começou a correr 30 quilômetros por dia, colocou piercing, fez 03 (três) tatuagens, comprou micro-mini-saias e foi obrigada a escutar da filha adolescente: “Mãe, estou com medo da senhora regredir para antes dos 15 anos…”

Teve o cara que terminou o casamento com uma mulher que amava e com quem havia construído 20 anos de uma história maravilhosa, para se juntar com uma biscate do trabalho, que terminou lhe tirando tudo.

O outro, desesperado porque estava solteiro, viu-se louco para ser pai; engravidou uma ficante quase desconhecida e descobriu no meio da gravidez que a felicidade pode não morar ao lado.

Alguns apaixonaram-se pelo personal ou pela estagiária com quem não tinham qualquer afinidade, enquanto terceiros mergulharam em estranhas relações de trabalho, de afeto ou familiares.

Boa parte não recuperou o prumo da vida. É que, nesses casos, as pisadas de bola tinham sido fenomenais e sem qualquer saída de emergência planejada com um mínimo de cuidado e antecedência.

Havia mesmo algo de extremo e não habitual nas ações de pessoas até então razoáveis e que, subitamente, atolaram suas vidas em coisas que pareciam vindas de ímpetos incontroláveis. E não falo do incômodo que nos faz mudar para estarmos mais próximos de quem de fato somos e apenas em um específico momento nos descobrimos. Não estou me referindo a esse tipo de reconstrução necessária e desejada. Falo de coisa diferente.

Refiro-me a bombas que aparecem do nada e que escolhemos detonar. Sabemos, ou não, que é bomba. Sabemos, ou não, que vai explodir. Muitas vezes sequer estamos certos que queremos a explosão, já que não pensamos direito sobre ela. Mas não conseguimos controlar. É uma angústia tão grande que nos domina ao ponto de puxarmos o gatilho e deixarmos a destruição alcançar o que está ao redor. Restam os estilhaços para seguir.

Foi minha sábia amiga que explicou o desespero que subjaz a tanta insanidade. “Aos 40, querida, descobrimos que vamos morrer. Do desespero da morte vem a força que move tanta insensatez.” E eu, com ar desconfiado:

- Mas sabemos da morte desde que nos tornamos capazes de entender o seu significado, ué!

- Sabemos. Mas só teoricamente. Aos 40, cada célula do nosso corpo descobre disso. Olhamos para trás e, pelo retrovisor, vemos tudo o que aconteceu, tão diferente do planejado. Descobrimos que não dá tempo mais de muita coisa. O corpo envelheceu. Estamos mais velhos, um tanto caídos e sem “a vida toda pela frente” como acreditamos ter aos 20. Não. Agora, metade da vida já se foi. E, provavelmente, não do jeito como sonhamos, desejamos, planejamos. Na maior parte das vezes, jamais sonhamos chegar aos 40 daquele jeito. Falta muito para atingir a meta básica. Mesmo que não falte muito, o pouco faltante incomoda demais. O pior é que o inconsciente se dá conta, de uma hora para outra, que não somos eternos. Mas não é “não somos eternos” como uma frase teórica qualquer. É “eu vou morrer! E sem fazer nem metade do que desejo para mim…”

Parei para pensar e vi que talvez fosse isso mesmo. Boa parte dos meus amigos entrava na fase de pensar: “Como é que eu vim parar aqui?” E começavam a se mover para sair do lugar atual.

Desajeitados, abruptos e, alguns, enlouquecidos. Plásticas, traições, álcool, casamentos-relâmpago, filhos, tudo pipocando vindo de todos os lugares, nem sempre de um modo equilibrado. Em alguns casos, vislumbrei desespero de dar pena. Foi quando olhei para ela com aquela cara apavorada de interrogação, como quem pergunta se há uma saída para escapar disso.

- Concentre-se em não ficar doida. Pense que uma besteira que você faz aos 20, é possível recuperar aos 30, com todo o vigor. Uma bobagem feita aos 30, dá para recuperar aos 40 com certo esforço. Mas uma insanidade grande demais aos 40 não é tão facilmente recuperável aos 50, quando as forças já não estarão mais no auge. Se você arrumar um filho de um doido aos 40, como se livrar do maluco daí há uma década, com um filho entrando na adolescência, e ainda ter tempo para os seus sonhos? Como aos 50 anos, depois de largar o emprego feito adolescente, você consegue reinserir-se na carreira, na época em que a maioria dos colegas já está mais para a aposentadoria do que para recomeços profissionais?

Eu permanecia lá, escutando, com aquela cara de: “Como? Como? Comooooo?”

- Veja, não é que seja impossível. Mas é difícil. Aliás, besteiras inomináveis aos 40 fazem a sua vida significativamente mais difícil daí em diante. Portanto, quando o turbilhão vier, durma sobre os ímpetos. Os sentimentos serão como bombas explodindo. Até aí, tudo bem. Mas cuidado, muito cuidado com suas ações. Acolha o pavor de envelhecer. Não negue o susto de ver o próprio corpo começando a decair, mas não deixe que isso se transforme em um horror. Aceite que o seu emprego, o seu salário, os seus colegas podem não ser os sonhados, mas valorize um pouco a história que a levou até ali. Pense em transições lentas, sem grandes cortes brutais. Pense no futuro que deseja e nas ações para chegar lá. Jamais seja covarde. Mude o que desejar. Sonhe, ame, escolha, realize. Mas com calma. Concentre-se em não enlouquecer. Cautela e muita canja de galinha antes de cada passo, por favor. E não se esqueça que há vida e mudanças possíveis até o fim. O mundo, realmente, não vai acabar amanhã.

Desde então, esse tem sido meu mantra. Não é que uma lipoaspiração tenha deixado de parecer a solução perfeita para a maioria dos meus problemas. Mas, por hora, se não o juízo, as ações estão em ordem. E melhor que isso: de repente, me dei conta que não precisava guardar tão incrível descoberta para mim. Então, está aí, dividido. Que possamos mudar e permanecer ao viver, sem enlouquecer. Esse, o meu convite.

Sábado em Matão

Oi pessoal, paz e luz!
Hoje almocei com meu sobrinho e a família dele em Catanduva e depois vim para Matão na casa do meu irmão. Não fui visitar nenhuma amiga ainda, pois estou cansada e com sono. Ontem teve um churrasco na minha casa e fui dormir tarde. Mas pretendo visitá-las amanhã, pois avisei que estaria em Matão. Agora aguardo meu sobrinho Saulo acordar para pegá-lo no colo. Ele tem 42 dias....Aí, ele acordou..kkk Esperem, preciso pegá-lo no colo. Que lindo ele é e tem olhos claros. Que chique! Que boquinha linda, ele faz biquinho...kkkk Ameiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii... Senti até saudade do Vitor pequenininho. É tão gostoso acompanhar o crescimento de uma criança, tanto fisicamente quanto emocionalmente.
Pessoal, preciso sair para tomar banho.

beijos, uma ótima noite de sábado, sejam felizes, pois a vida é curta.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Chateada e depois feliz



Olá pessoal, saúde e paz a todos.
Ontem aconteceram coisas que me deixaram triste e depois outras que me deixaram feliz. O Vitor contou no carro que havia desobedecido a professora e eu fiquei apreesiva para chegar em casa e ler a agenda, pois ele comentou que não lembrava do restante. Chegando em casa coloquei ele no banquinho do pensamento e li a agenda. Ele bateu nos amiguinhos e isso me deixa triste, pois na hora tenho a impressão que falho na educação dele e nessas horas sinto muita falta de minha irmã. Quando me sentia assim, ligava para ela e era como um balsámo, pois era esclarecedora as explicações dela e um grande consolo. Então ontem misturou frustração com saudade e fiquei muito mal. Conversei com o Vitor e acabei dando até umas chineladas (hoje a psicóloga disse para não bater mais, pois ele entenderá que pode bater quando alguém faz algo errado). Depois disso tudo, uma pessoa ligou pedindo para me ver e apesar de ter conversado sobre essa possibilidade, não acreditei que o mesmo ligaria. Eu estava tão mau que resolvi vê-lo, pois foi uma pessoa que me fez muito bem quando o conheci. Resumindo, foi muito bom nosso encontro. Não sei direito o que acontece entre a gente, mas nem quero concluir nada, o que sei é que foi bom e que fiquei feliz.

beijos, um fim de semana cheio de luz, amor e saúde! Não esqueçam de agradecer a Jesus as dádivas que recebemos todos os dias!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Mais um dia...

Oiiii genteeeeeeeeeeeeeeee, paz e luz!
Hoje tive um dia bom. Só sinto-me cansada. Acho que preciso de férias, descansar o cérebro... olhar e sentir o mar... O dia transcorreu normalmente, no fim da tarde estive na psicóloga do Vitor (ele faz terapia desde o acidente) para uma devolutiva. Ela pediu que eu fosse mais incisiva nas regras com ele. Ele tem dificuldade em aceitar regras e ainda é muito infantil. Sei que tenho minha parcela de culpa nisso e estou disposta a melhorar. Sabe que fico impressionada com as coisas que ele conta a ela? Ele fala como um adulto, conta tudo, sentimentos, acontecimentos...Conseguimos melhorar muita coisa relacionada ao comportamento dele. É bom sentir a evolução, as mudanças. Sinto-me uma vencedora quando ouço ou leio no relatório de escola que ele melhorou. Sinto orgulho da nossa vida. Simples, feliz e unidos... O Vitor hoje é minha única família em Rio Preto e eu agradeço a Deus todos os dias por ele fazer parte da minha vida. Eu nem consigo imaginar minha vida sem ele... Aprendo tanta coisa com esse serzinho...kkkkk Hoje cheguei na escola e ele veio pertinho, estendeu a mão e disse: mamãe, peguei pipoca para nós comermos hoje. Achei tão bonitinho... Sou uma boba mesmo...kkkk Pessoal, gosto de escrever e espero que em outra vida eu nasça com esse dom... Ser uma escritora, nossa, seria o máximo...kkkk Bem, preciso dormir mais cedo hoje.

tudo de bom a todos, mas quando os percalços aparecerem sejam fortes, lutem, n desistam do amor, da felicidade e da paz! Boa noite!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Exercícios


Oi povo, tudo bem?
acabei de chegar da musculação e estou feliz por voltar a fazer exercícios. Demorou, mas voltei...Considero uma vitória, pois não tenho muito tempo com o Vitor, mas ele ficou com a Cida e deu tudo certo.
Conversei com meu irmão e decidi ir para Matão esse fim de semana. Ele está chateado com o sócio que saiu sem falar nada e foi trabalhar na concorrente dele. É tão estranho como as pessoas nos surpreendem pelo lado ruim. Sempre nos decepcionamos...Uma pena, porque existem mil razões para nos surpreender com coisas boas, mas as pessoas sempre optam pelas coisas ruins. Vou até lá dar uma força, pois eu o amo muito.

beijos, uma gostosa noite de frio: lembrando que nem todos tem cobertor e nem uma casa para abrigar do frio. Paz e luz!