quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Todo dia morre um amor. Quase nunca percebemos, mas todos os dias morre um amor. Às vezes de forma lenta e gradativa, quase indolor, após anos e anos de rotina. Às vezes melodramaticamente, como nas piores novelas mexicanas, com direito a bate-bocas vexaminosos, capazes de acordar o mais surdo dos vizinhos. Morre em uma cama de motel ou em frente à televisão de domingo. Morre sem beijo antes de dormir, sem mãos dadas, sem olhares compreensivos, com gosto de lágrima nos lábios.
Morre depois de telefonemas cada vez mais espaçados, cartas cada vez mais concisas, beijos que esfriam aos poucos. Morre da mais completa e letal inanição.
Todo dia morre um amor. Às vezes com uma explosão, quase sempre com um suspiro. Todo dia morre um amor, embora nós, românticos mais na teoria que na prática, relutemos em admitir. Porque nada é mais dolorido do que a constatação de um fracasso. De saber que, mais uma vez, um amor morreu. Porque, por mais que não queiramos aprender, a vida sempre nos ensina alguma coisa. E esta é a lição: amores morrem.
Todos os dias um amor é assassinado. Com a adaga do tédio, a cicuta da indiferença, a forca do escárnio, a metralhadora da traição. A sacola de presentes devolvidos, os ponteiros tiquetaqueando no relógio, o silêncio insuportável depois de uma discussão: todo crime deixa evidências.
Todos nós fomos assassinos um dia. Há aqueles que, como o Lee Harvey Oswald, se refugiam em salas de cinema vazias. Ou preferem se esconder debaixo da cama, ao lado do bicho papão. Outros confessam sua culpa em altos brados e fazem de pinico os ouvidos de infelizes garçons. Há aqueles que negam, veementemente, participação no crime e buscam por novas vítimas em salas de chat ou pistas de danceteria, sem dor ou remorso. Os mais periculosos aproveitam sua experiência de criminosos para escrever livros de auto-ajuda, com nomes paradoxais como "O Amor Inteligente" ou romances açucarados de banca de jornal, do tipo "A Paixão Tem Olhos Azuis", difundindo ao mundo ilusões fatais aos corações sem cicatrizes.
Existem os amores que clamam por um tiro de misericórdia: corcéis feridos.
Existem os amores-zumbis, aqueles que se recusam a admitir que morreram. São capazes de perdurar anos, mortos-vivos sobre a Terra teimando em resistir à base de camas separadas, beijos burocráticos, sexo sem tesão. Estes não querem ser sacrificados e, à semelhança dos zumbis hollywoodianos, também se alimentam de cérebros humanos e definharão até se tornarem laranjas chupadas.
Existem os amores-vegetais, aqueles que vivem em permanente estado de letargia, comuns principalmente entre os amantes platônicos que recordarão até o fim de seus dias o sorriso daquela ruivinha da 4a. série ou entre fãs que até hoje suspiram em frente a um pôster do Elvis Presley (e pior, da fase havaiana). Mas titubeio em dizer que isso possa ser classificado como amor (Bah, isso não é amor. Amor vivido só do pescoço pra cima não é amor).
Existem, por fim, os amores-fênix. Aqueles que, apesar da luta diária pela sobrevivência, dos preconceitos da sociedade, das contas a pagar, da paixão que escasseia com o decorrer dos anos, da mesa-redonda no final de domingo, das calcinhas penduradas no chuveiro, das toalhas molhadas sobre a cama e das brigas que não levam a nada, ressuscitam das cinzas a cada fim de dia e perduram: teimosos, belos, cegos e intensos. Mas estes são raríssimos e há quem duvide de sua existência. Alguns os chamam de amores-unicórnio, porque são de uma beleza tão pura e rara que jamais poderiam ter existido, a não ser como lendas. E é esse amor que eu quero viver com você, PARA SEMPRE!!!

Autor desconhecido

FONTE: http://www.imotion.com.br/frases/?s=trai%C3%A7ao

sábado, 30 de julho de 2011

Eu estou aqui na sala prestando atenção nas brincadeiras do meu filho com o amiguinho. Penso em como são puras as crianças, sem malícia, sem frescuras e felizes. Não devíamos perder algumas coisas da infância no decorrer da nossa vida. O sofrimento muda muito a gente. Mas não devíamos esquecer a espontaneidade da infância, a pureza dos sentimentos...
Oi pessoal, muito amor a todos, pois é isso que move o mundo, mesmo que a maioria das pessoas não percebam....

Quando uma pessoa resolve fazer uma reforma íntima, decide tornar-se um ser humano melhor, é maravilhoso. Poucas pessoas conseguem, mas quem passa por isso, faz sacrifícios, sabe que vale a pena. Acho que é para isso que estamos aqui na Terra, aprendermos e nos tornarmos melhores para conosco e com os outros. Os excessos que cometemos traz consequências terríveis, a colheita é sempre triste. Eu não sei se todas as pessoas se dão conta de que colhemos o que plantamos. Mas é assim que funciona a Lei de Causa e Efeito. Temos o livre arbítrio, fazemos nossas escolhas, mas nem sempre escolhemos o melhor para nós. Mudar um estilo de vida requer muita coragem, vontade e disciplina. Durante este processo o sofrimento se faz presente, mas o resultado futuro é bom e vale a pena. Se todos soubessem e acreditassem que não existe morte e como funciona a Lei da Evolução, evitariam muitas tolices que realizam aqui na Terra. Somos muito pequenos e pouco evoluidos ainda. Infelizmente vivemos como se tudo acabasse com a morte. Mas não é assim que funciona. Um dia nos deparamos com as lembranças de tudo que realizamos até hoje e muitos arrependimentos aparecem. Mas Deus é maravilhoso e nos dá oportunidade de reparação. Foi tudo tão bem programado por ele que devíamos nos dar por satisfeitos com a vida que levamos. Depende muito das nossas atitudes, do nosso modo de ser e de viver, o encontro com a felicidade. Apesar que felicidade é um estado de espírito. Não é preciso uma vida cheia de bons acontecimentos (cada um defini por si só o que considera bons acontecimentos) para ser feliz. Muitas vezes passamos uma vida inteira atrás de coisas e pessoas erradas e colhemos sofrimento... 

O ser humano é teimoso, orgulhoso e mesquinho. Temos muito que aprender. Mas o importante é caminhar e devagarinho tentar ser uma pessoa melhor para com o próximo, assim evoluimos e chegamos no patamar nos Espíritos mais evoluídos. Desejo a todos consciência para mudar o que precisa ser mudado e que encontrem aquela luzinha no fim do túnel, pois eu tenho encontrado! 

Aproveito para parabenizar uma pessoa que há 6 meses passa por este processo doloroso de mudança. É um grande ser humano! Acredite, tudo que resolveu mudar, valerá a pena. Aguarde os bons momentos! Você é especial e corajoso!

beijos, um final de sábado lindo e um domingo de paz e esperança!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Boa noite a todos, paz e luz!

Hoje meu filho operou da fimose e foi tudo bem. Agora pouco baixou a Amélia e fiz várias coias em casa. Dificilmente tenho ânimo para trabalhos de casa, mas fiquei sem a moça que me auxilia e não gosto de ver a casa suja, então, mãos a obra...rsrsrs Acabei agora pouco...estou bem cansada...
Estou feliz hoje, consegui ficar bem de novo com o Symon e isso é importante para mim. Não consigo ficar longe dele.

beijos, um fim de semana felizzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Aquiete o coração.
O coração inquieto grita por alívio.
Quer desvencilhar-se de amarras.
Quer se soltar, para mostrar como é bom, e dizer ao mundo
que deseja a felicidade, a paz, as graças do Poder Supremo.
O coração quer Deus, progresso, bem-estar e amor.
Não trate mal o coração, nem o despreze.
Dê atenção ao que ele quer, às suas vibrações e finalidades.
Defenda-o dos conceitos infelizes.
Ponha nele só o que é elevado e construtivo.
Coração bem cuidado, felicidade à vista.
Se o seu coração está bem, tudo o mais você está bem.

Fonte: http://malarranha.net/
Eu gostaria que as coisas fossem mais fáceis para mim... Não é uma reclamação, é um desabafo... Ah! Eu vejo coisas simples na vida das pessoas acontecerem e na minha não sei...não sei se acontece...Porque será? Eu não consigo entender. Dizem que se você deseja muito uma coisa, ela acontece, mas será mesmo? Será que o Universo conspira a favor? Eu luto, tento manter o equilíbrio e a paz, mas é muito difícil. Eu quero tão pouco Senhor, tão pouco... Às vezes não sei o que pensar, em que acreditar... Eu gostaria de ter o que nunca tive... Parece que tudo tem que ser sofrido. Não entendo direito isso tudo...  Talvez eu tenha aprontado demais em vidas passadas...rsrs Talvez... Desculpem a melancolia do texto, mas é o que sinto hoje.

beijos, uma terça-feira de  paz e luz!

sábado, 23 de julho de 2011

Você já teve alguém que pudesse falar com sinceridade, contar seus segredos mais obscuros e rir como nunca? Eu encontrei e confesso que é muito bom. Que delícia falar sem reservas, sem máscara e saber que  é recíproco... É uma liberdade gostosa, divertida... É a primeira vez que me deparo com uma pessoa assim, uma pessoa que eu possa falar sem reservas, ser eu mesma...É uma sensação boa falar o que vem a cabeça, contar o passado, falar do futuro (nunca falo muito do futuro, pois não sei se ele existe)... Espero que todos tenham oportunidade de ter esta liberdade com alguém..sem medo de julgamentos, ser você mesmo...